Seu filho não está “dando trabalho” — ele está pedindo ajuda do jeito que consegue. A gente traduz esse pedido juntos, com escuta, brincadeira e respeito ao tempo dele.

Quando a emoção transborda além do esperado para a idade
Dificuldade para dormir, ir à escola ou se separar dos pais
Queixas da escola, desatenção ou desmotivação
Chegada de irmão, mudança, separação ou luto
a criança nunca é o problema — ela é a mensageira

Quem cuida
Psicóloga há 7 anos, especializada em infância e parentalidade. Já acompanhei mais de uma centena de famílias — e sigo acreditando que nenhuma criança precisa dar conta sozinha do que sente.
No consultório, a brincadeira é ferramenta de trabalho: é brincando que a criança mostra o que ainda não sabe dizer.
Primeiro encontro só com os adultos, para entender a história
A criança se expressa brincando, no ritmo dela
Encontros periódicos com a família para alinhar o cuidado
Aqui ninguém é testado — é compreendido.
Birra é comunicação sem palavras.
Nenhuma pergunta de pai é boba.
O tempo de cada criança é o tempo certo.
O objetivo nunca é ficar para sempre — é a criança precisar cada vez menos de mim.
2 a 3 encontros para conhecer a criança e a história da família
Objetivos claros, definidos junto com os pais
Sessões semanais com devolutivas periódicas
Encerramento gradual, comemorado com a família
O cantinho do brincar
O consultório tem um espaço só das crianças: jogos, blocos, desenho e faz de conta. É brincando que elas mostram o que ainda não sabem dizer — e é aí que o trabalho acontece.
pode deixar que a bagunça fica por minha conta ;)

Não precisa ensaiar nada. Basta contar, com naturalidade, que ele vai conhecer uma pessoa que conversa e brinca com crianças. O resto é comigo — o primeiro encontro é leve, sem pressão.
Sempre. O primeiro encontro é só com os adultos, e ao longo do acompanhamento fazemos devolutivas periódicas. Criança não muda sozinha — a família caminha junto.
A partir dos 4 anos. Para adolescentes de 13 a 17, o formato é adaptado — menos brincadeira, mais conversa, sempre no ritmo deles.
Depende da queixa e da criança. Reavaliamos juntos a cada ciclo — o objetivo nunca é 'ficar para sempre', é a criança precisar cada vez menos de mim.