Psicologia infantil e parentalidade

Sentir também se aprende.

Seu filho não está “dando trabalho” — ele está pedindo ajuda do jeito que consegue. A gente traduz esse pedido juntos, com escuta, brincadeira e respeito ao tempo dele.

Ana Beatriz Rocha, psicóloga infantil
Oi, eu sou a Ana 👋
4–12
anos atendidos
Campinas
e região · SP
Famílias
sempre incluídas
acolherbrincarsentircresceraprenderacolherbrincarsentircresceraprenderacolherbrincarsentircresceraprender
0+
famílias acompanhadas
0
anos de clínica
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escolas parceiras

Quando procurar ajuda?

Birras muito intensas

Quando a emoção transborda além do esperado para a idade

Medos e ansiedade

Dificuldade para dormir, ir à escola ou se separar dos pais

Escola e aprendizagem

Queixas da escola, desatenção ou desmotivação

Mudanças na família

Chegada de irmão, mudança, separação ou luto

a criança nunca é o problema — ela é a mensageira

Retrato de Ana Beatriz Rocha
Psicóloga Infantil
CRP 06/00000

Quem cuida

Prazer, eu sou a Ana

Psicóloga há 7 anos, especializada em infância e parentalidade. Já acompanhei mais de uma centena de famílias — e sigo acreditando que nenhuma criança precisa dar conta sozinha do que sente.

No consultório, a brincadeira é ferramenta de trabalho: é brincando que a criança mostra o que ainda não sabe dizer.

No tempo delaSem comparaçãoJunto com a famíliaCom leveza

Como funciona

🤝

Conversa com os pais

Primeiro encontro só com os adultos, para entender a história

🧸

Sessões lúdicas

A criança se expressa brincando, no ritmo dela

🌱

Devolutivas

Encontros periódicos com a família para alinhar o cuidado

Recados no mural do consultório

Aqui ninguém é testado — é compreendido.

Birra é comunicação sem palavras.

Nenhuma pergunta de pai é boba.

O tempo de cada criança é o tempo certo.

O caminho até a alta

O objetivo nunca é ficar para sempre — é a criança precisar cada vez menos de mim.

1

Avaliação inicial

2 a 3 encontros para conhecer a criança e a história da família

2

Plano combinado

Objetivos claros, definidos junto com os pais

3

Acompanhamento

Sessões semanais com devolutivas periódicas

4

Alta planejada 🎉

Encerramento gradual, comemorado com a família

O cantinho do brincar

Aqui, brinquedo é ferramenta de trabalho.

O consultório tem um espaço só das crianças: jogos, blocos, desenho e faz de conta. É brincando que elas mostram o que ainda não sabem dizer — e é aí que o trabalho acontece.

pode deixar que a bagunça fica por minha conta ;)

Blocos de montar coloridos do cantinho do brincar

O que os pais sempre perguntam

Não precisa ensaiar nada. Basta contar, com naturalidade, que ele vai conhecer uma pessoa que conversa e brinca com crianças. O resto é comigo — o primeiro encontro é leve, sem pressão.

Sempre. O primeiro encontro é só com os adultos, e ao longo do acompanhamento fazemos devolutivas periódicas. Criança não muda sozinha — a família caminha junto.

A partir dos 4 anos. Para adolescentes de 13 a 17, o formato é adaptado — menos brincadeira, mais conversa, sempre no ritmo deles.

Depende da queixa e da criança. Reavaliamos juntos a cada ciclo — o objetivo nunca é 'ficar para sempre', é a criança precisar cada vez menos de mim.

Vamos cuidar juntos de quem você mais ama?

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