Avaliação e intervenção para crianças e adolescentes que aprendem diferente — TDAH, dislexia, TEA — com um mapa claro para a família e pontes reais com a escola.
Camila Ferraz · Campinas/SP e online · resposta no mesmo dia

Quem guia o caminho
Há 12 anos, uma professora me disse que um aluno meu era “caso perdido”. Ele só precisava de outro caminho para aprender. Encontramos juntos — e foi ali que eu decidi que essa seria a minha vida.
Hoje, como neuropsicopedagoga, ajudo famílias a trocarem o “ele não aprende” por “ele aprende assim”. Com avaliação séria, plano claro e a escola dentro da conversa.
Cada cérebro aprende de um jeito. O meu trabalho é descobrir o do seu filho — e ensinar o mundo a falar a língua dele.
Estratégias que trabalham com o cérebro do seu filho — não contra ele.
Da decodificação ao prazer de ler, num caminho estruturado e gentil.
Aprendizagem que respeita o processamento e os interesses da criança.
Quando a escola virou fonte de medo, reconstruímos a relação aos poucos.
O método
Família e escola contam a história. Toda dificuldade de aprendizagem tem contexto — e ele importa.
Avaliação neuropsicopedagógica em encontros lúdicos. A criança brinca; eu mapeio como ela aprende.
Devolutiva com um plano claro: o que foi encontrado, o que fazer, quem faz o quê. Sem tecniquês.
Intervenção semanal com metas visíveis — e pontes reais com os professores, na escola.
O que as famílias dizem
“A Camila enxergou em quatro encontros o que dois anos de reunião escolar não viram. Hoje o Theo lê por prazer — eu choro só de escrever isso.”
“Saímos da devolutiva com um mapa. Pela primeira vez, escola e família falaram a mesma língua sobre a Alice.”
“Ela não tentou 'consertar' minha filha. Ela nos mostrou como a Lara aprende — e isso mudou tudo, inclusive lá em casa.”
O atendimento se adapta à vida da família — não o contrário.
A psicologia cuida da saúde emocional de forma ampla; a psicopedagogia é especialista em como se aprende. Quando a questão central é escola, leitura, atenção ou desempenho, a avaliação psicopedagógica é o ponto de partida — e, quando preciso, trabalho em rede com psicólogos e neurologistas.
Sinais comuns: queixas repetidas da escola, lição de casa que vira guerra, leitura muito abaixo da turma, 'ele é inteligente mas não rende'. Se a dúvida existe há mais de um semestre, vale investigar — quanto antes, mais leve o caminho.
De 4 a 6 encontros com a criança, mais a escuta inicial com a família e a devolutiva com o plano. Em cerca de um mês você sai com o mapa completo.
Sempre que a família autoriza, sim — e é onde o trabalho rende mais. Professores recebem orientações práticas e a criança para de receber mensagens contraditórias.